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Rede de esgoto e caixas d’água levam saúde e qualidade de vida ao Jardim Oriental
Samae entrega obra de saneamento básico e promove ação do Aqui em casa tem água no loteamento
O entardecer de
segunda-feira (9/2) foi de dupla comemoração no Jardim Oriental. O prefeito
Adiló Didomenico e o diretor-presidente do Samae, João Uez, entregaram a rede
de esgoto que atende a cerca de 300 famílias do loteamento. Simultaneamente,
foi realizada mais uma ação do programa Aqui em casa tem água, que oferece
reservatórios de 1.000 litros com 75% de subsídio.
Com 2.319,67 metros de
extensão, a rede de esgoto implantada pela CFO Construções passa pela Estrada
do Imigrante e pelas ruas Bonfiglio Tamagno, Antônio Xavier dos Santos, Perina Ceolato
Tamagno, Gil Alves Ferreira, Acelino Antônio da Silva e Andradina Fortunado da
Silva. Os efluentes são levados para Sistema Local de Tratamento de Esgoto. “É
um dia muito especial para o nosso bairro”, disse o presidente do Jardim
Oriental, Delmar Júnior.
O diretor-presidente do
Samae destacou a importância do investimento de quase R$ 1 milhão nesta obra.
“Traz mais qualidade de vida e saúde aos moradores”, afirmou. João Uez também
enfatizou a necessidade de manter um reservatório, pois o Jardim
Oriental está distante (cerca de 10km) da Estação de Tratamento de Água (ETA)
do Parque da Imprensa. “Em caso de interrupção no fornecimento, demora um pouco
mais para reestabelecer o abastecimento aqui”, explicou.
Um dos primeiros moradores
do Jardim Oriental, o presidente da União das Associações de Bairros (UAB),
Valdir Walter, relembrou uma série de conquistas dos últimos 30 anos, como a
chegada da água, a construção da escola, a pavimentação e, agora, a rede de
esgotamento sanitário. “Se fosse para morar num bairro como a gente começou o
Jardim Oriental, eu pagaria aluguel. Aqui até o abraço era feio...”. O líder
comunitário conclamou os moradores a efetuarem a conexão: “O esgoto cloacal é
extremamente importante, para os moradores e para a Natureza. A partir de
agora, liguem o esgoto na rede”.
Antônia da Silva Ramos e a
filha Fernanda moram no Jardim Oriental há 38 anos, desde os tempos em que era
preciso puxar 300 metros de mangueiras para levar água até em casa. “Cheguei
aqui antes do Valdir. A água vinha lá daquele morro”, apontou Antônia. A caixa
d’água adquirida em 12 vezes, para elas, é sinônimo de tranquilidade. "Como é um
bairro mais afastado, quando falta água é demorado para voltar”, contou
Fernanda.
O prefeito Adiló
Didomenico lembrou que investimentos em obras debaixo da terra, como redes de
esgoto, de drenagem e de água, lhe renderam o apelido de tatu. Essas obras são
fundamentais para corrigir problemas atuais e preparar a cidade para o futuro. Adiló
sugeriu que os moradores realizem um mutirão para instalar as caixas d’água com
segurança.
Já o presidente da Câmara
de Vereadores, Wagner Petrini, elogiou o Aqui em casa tem água. “É um programa
para dar dignidade a quem mais precisa. Só quem fica se água na hora de dar
banho numa criança, esquentar um alimento ou na hora de tomar banho sabe
valorizar”.